Erik Cunha, nosso diretor Comercial e de Marketing, compartilhou sua visão sobre desafios do setor de óleo e gás nas novas fronteiras a serem exploradas, a necessidade de inovação e capacitação da cadeia de suprimentos local e a importância do conhecimento ambiental para chegarmos a processos mais ágeis de licenciamento, durante a Offshore Week 2025, evento organizado pela agência eixos.
Erik destacou a necessidade de investir em monitoramento contínuo na Margem Equatorial, e relatou o contraste entre o potencial produtivo e os desafios logísticos na Guiana.
“A Margem Equatorial permanece como uma fronteira de conhecimento em termos de biodiversidade. As informações disponíveis são limitadas e indicam que ainda existe um vasto patrimônio biológico a ser identificado e compreendido O licenciamento ambiental para a Margem Equatorial exige estudos robustos. Tecnologias de levantamento de dados no mar e de monitoramento ambiental marinho têm papel fundamental nesse processo, pois permitem ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade, mapear com maior precisão os padrões de corrente e compreender a dinâmica oceanográfica da região. Na Guiana, apesar da produção, a infraestrutura e a cadeia de suprimentos ainda são insuficientes, sendo fundamental planejamento e desenvolvimento de conteúdo local”.
No Brasil, Erik ressaltou que, embora o país tenha arcabouço regulatório consolidado e fornecedores robustos, novas fronteiras exigem planejamento estratégico e desenvolvimento regional. A participação da OceanPact reforça o compromisso da empresa com inovação, sustentabilidade e soluções integradas, contribuindo para o crescimento seguro e responsável do setor de óleo e gás.
Os pontos trazidos foram tema da matéria publicada pela agência Eixos, que pode ser lida no link https://lnkd.in/d33DMDxQ