O avanço do Tratado do Alto-Mar (BBNJ), considerado um marco para a governança internacional dos oceanos, está no centro das discussões globais sobre conservação marinha e economia azul.
Para ampliar as reflexões em torno do tema, tem início hoje, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o 3o Simpósio BBNJ (Biodiversity Beyond National Jurisdiction), com o apoio da OceanPact.
O evento, que vai até esta quinta-feira, 12 de março, reúne especialistas, representantes de governos e instituições científicas nacionais e internacionais.
Na mesa de abertura, ao lado de importantes nomes que discutem o papel da ciência na conservação e regeneração da biodiversidade marinha em áreas além da jurisdição nacional, estivemos presentes com a nossa gerente de Novos Negócios Azuis, Amandine Chevé.
No Canadá, na última semana, o Tratado também esteve em destaque na 13ª World Ocean Summit (Cúpula Mundial dos Oceanos), realizada em Montreal. Nosso diretor de Sustentabilidade e Novos Negócios Azuis, Fernando Borensztein, acompanhou debates que abordaram o avanço do BBNJ, os impactos do acordo da OMC sobre subsídios à pesca, a acidificação dos oceanos e o uso de ferramentas como inteligência artificial e gêmeos digitais na gestão dos mares.
“Estamos vendo uma convergência cada vez maior entre ciência, políticas públicas, financiamento e inovação na agenda oceânica. O oceano está cada vez mais no centro das soluções para clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável”, avalia Borensztein.