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A nossa presença na COP30 – 30ª edição da Conferência das Partes sobre as Mudanças Climáticas de 2025 em Belém (PA), entre 10 e 21 de novembro, refletiu o nosso compromisso com a proteção e conservação dos oceanos.
Estivemos presentes em diferentes painéis e iniciativas, como a Expedição Rio-Belém e a apresentação do documentário “Quanto Vale o Azul”, dirigido por Ricardo Gomes, diretor do Instituto Mar Urbano, apoiado pela OceanPact, seguido por uma conversa sobre a economia do mar.
Nosso diretor-presidente, Flavio Andrade, participou da mesa-redonda sobre “Economia Azul e Mudanças Climáticas”, promovido pelo INPO, Leticia Mendes, gerente de Sustentabilidade da OceanPact, fez parte do painel “Todos os caminhos levam ao mar”, com o lançamento do Guia Empresarial de Combate ao Lixo no Mar promovido pelo Pacto Global da ONU – Brasil, e Amandine Chevé, gerente de Novos Negócios Azuis, também esteve em diversos painéis, entre eles o 3º Fórum sobre as Algas Marinhas e a discussão sobre o Futuro positivo para a Natureza.
Além disso, participamos de uma cerimônia simbólica de entrega das cartas escritas por alunos da Escola Pedro Apóstolo, de Curitiba (PR),
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A Maré do Bem, Programa de Voluntariado da OceanPact, criou um desafio de final de ano para nossos colaboradores-voluntários: arrecadar uma tonelada de alimentos não-perecíveis para doar
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ao Refettorio Gastromotiva, restaurante-escola que oferece gastronomia, visibilidade e dignidade para pessoas em situação de vulnerabilidade no Centro e na Lapa. Além disso, nos dias 5 e 11 de dezembro, 30 colaboradores tiveram a oportunidade de participar da organização e do serviço do jantar solidário no Refettorio, reforçando a conscientização social, a empatia e a importância do engajamento na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Cada doação e refeição alimentaram e fortaleceram a nossa Maré do Bem.
Para saber mais sobre essa iniciativa, siga o perfil @gastromotiva.
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Um encontro curioso
Uma rêmora juvenil (Echeneis naucrates) foi flagrada “na garupa” de um baiacu-espinho (Diodon hystrix). A associação inusitada foi descoberta durante um mergulho recente da equipe do Instituto Mar Urbano na Ilha das Palmas/Monumento Natural das Ilhas Cagarras – reconhecido como Hope Spot pela Mission Blue.
Rêmoras jovens podem usar peixes lentos e rígidos, como os baiacus, na função de “hospedeiros de teste” antes de se fixarem em animais maiores e mais ágeis (tubarões, raias e peixes-recife, por exemplo). Esse comportamento já havia sido documentado no Atlântico Sul, mas é considerado
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Sylvia Alqueres, especialista em Novos Negócios Azuis, participou da mesa-redonda “Economia Azul – Municípios como Agentes Transformadores, ao lado de representantes de secretarias municipais e da academia. Ao final do encontro, foi exibido o documentário “Quanto Vale o Azul”, dirigido por Ricardo Gomes, diretor do Instituto Mar Urbano, apoiado pela OceanPact.
Além disso, o gerente de Operações da OceanPact, Chen Li Cheng, participou do painel “Tecnologias que Aumentam a Resiliência das Cidades”, apresentando o Alerta Inclusivo P2R3 IN (Prevenção, Preparação e Resposta Rápida para Resgate de Pessoas com Deficiência, Mobilidade Reduzida e Acamados). Idealizador do INcluir Petrópolis, ONG também apoiada pela OceanPact, Chen mostrou o aplicativo que está sendo desenvolvido pela nossa área de Inovação para o resgate inclusivo em situações de desastre.
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Geraldo Rios, coordenador de Soluções Baseadas na Natureza, apresentou o projeto “MangueLab – Soluções inovadoras para o Carbono Azul”. Na palestra, foram destacados o papel crítico dos manguezais para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, os aprendizados de campo e as inovações aplicadas para escalar a regeneração desses ecossistemas costeiros.
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